Intelbras (INTB) registra crescimento de 9,9% no lucro
Lucro lÃquido foi de R$98.566 mil, representando uma margem lÃquida de 11,4% da receita operacional lÃquida e um crescimento de 9,9% com relação ao mesmo perÃodo do ano anterior
Ouça na integra o webcast da relação com os investidores (RI) acima.
Resumo dos destaques da Administração da Intelbras, publicado no site RI:
No primeiro trimestre o acordo de compra de 100% das ações da Renovigi Energia Solar, processo este concluído ao longo do mês de abril, e que nos posiciona de forma ainda mais relevante nos negócios de comercialização de geradores de energia solar, voltados à geração distribuída, principalmente nos telhados das empresas e residências.
De acordo com sazonalidade histórica de vendas, primeiro trimestre é o menor trimestre do ano em termos de receita. Desta forma, neste ano observamos uma pequena queda de 4,5% com relação ao quarto trimestre do ano anterior, já prevista em orçamento para o ano. Por outro lado, nossa receita operacional líquida de R$866.198 mil, representa um crescimento de 24,4% com relação ao mesmo período do ano anterior, bastante alinhada com nossos planos de crescimento para o ano.
Os desafios de custos observados a partir da inflação global das matérias primas e dos custos do frete internacional continuam presentes nas operações. Ainda assim, observa-se que o crescimento do lucro bruto acompanhou com leve ganho o crescimento da receita operacional líquida, levando a uma leve expansão da margem bruta, na comparação com o trimestre anterior.
Assim como a margem bruta, nossa margem EBITDA se mantém em linha com o realizado no último trimestre do ano anterior, com uma leve queda de 0,7 ponto percentual, mas dentro do previsto para o primeiro trimestre. Observamos um leve incremento nas despesas em geral, acompanhado de um também pequeno aumento da margem bruta.
Novamente nosso resultado líquido financeiro contribuiu para a melhora no lucro líquido. Destaca-se aqui a variação cambial negativa, originada pela marcação a mercado de nossos derivativos de proteção cambial.
Neste primeiro trimestre, nosso lucro líquido foi de R$98.566 mil, representando uma margem líquida de 11,4% da receita operacional líquida e um crescimento de 9,9% com relação ao mesmo período do ano anterior. Durante este primeiro trimestre, acompanhamos a evolução da valorização do real frente ao dólar americano, o que demandou ajustes em nossa execução de nossa política de hedge. Embora sem efeito no caixa da companhia, conforme citado anteriormente, a marcação a mercado de nossos derivativos cambiais contribuiu negativamente para nosso resultado líquido.
Observa-se o efeito no ROIC de uma combinação de dois fatores: uma queda do resultado operacional do primeiro trimestre quando comparado ao mesmo período do ano anterior e um aumento do capital empregado.
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